o adolescente da Mercedes cavalga uma arrancada no fim da temporada e supera Hamilton e todo o grid
NOVA YORK, 6 de dezembro — Kimi Antonelli é o campeão mundial de Fórmula 1 de 2026, um desfecho que os apostadores precificaram em 74 por cento. O título faz do novato um dos mais jovens campeões da história.
Os números contam a história. As chances de Antonelli saltaram quase quinze pontos em uma única semana, informam os bastidores, enquanto os rivais murchavam. Lewis Hamilton empacou em 10 por cento; George Russell, seu próprio companheiro, em 8,5.
Há um ano, Antonelli era o garoto sem provas no segundo carro da Mercedes. Agora os veteranos correm atrás dele. Observadores apostavam em Norris e Leclerc pelo título; ambos terminaram a temporada como coadjuvantes, cotados na casa de um dígito.
o atacante conteve a arrancada tardia de Yamal para erguer o troféu individual do futebol
PARIS, 31 de outubro — Harry Kane venceu a Bola de Ouro 2026, um desfecho que o mercado precificava em 37 por cento. Superou Lamine Yamal, cuja arrancada parou a um gol do topo.
Kane passou a carreira atrás das grandes noites e enfim alcançou uma. Às vésperas da votação, as apostas o separavam de Yamal por centésimos, o páreo mais apertado em anos.
Yamal, de 19 anos, teve o embalo; Kane teve os votos. Messi e Mbappé recuaram às margens. A Inglaterra, por tanto tempo o país do quase, colocou um nome no prêmio mais antigo do esporte.
Com a taça de 48 seleções em jogo em Nova Jersey, a Roja superou a Argentina de Messi pelo maior prêmio do futebol.
EAST RUTHERFORD, 20 de julho — A Espanha venceu a Argentina e conquistou a Copa do Mundo de 2026, desfecho que o mercado precificava em 59 por cento. A Roja ergueu o primeiro troféu da era de 48 seleções sob as luzes de Nova Jersey, deixando Lionel Messi com o vice no que pode ter sido sua última final.
A partida encerrou um torneio de um mês, disputado em três países por 48 seleções — a maior Copa da história. A Espanha chegou favorita, e o dinheiro nunca vacilou.
Para a Argentina, acaba a defesa do título e, talvez, uma era. Messi perseguia a segunda estrela e ficou com a prata. Observadores falaram em coroação de um time que simplesmente se recusou a perder.
A Roja supera a Argentina de Messi na final de hoje e ergue seu segundo título mundial
MADRI, 20 de julho — A Espanha é campeã do mundo após vencer a Argentina numa final que os apostadores davam à Roja com 59 por cento. Uma seleção jovem atropelou o último ato de Lionel Messi.
O mercado nunca vacilou. A Espanha marcou 59 por cento a semana toda, e a bola fez o resto — paciente, implacável, um gol bastou numa tarde no fio da navalha.
Para a Argentina, foi a despedida de Messi. Para a Espanha, a chegada de uma geração: a segunda estrela costurada, e ninguém em campo velho o bastante para lembrar da primeira.
A França arrumou as malas, mas nenhum atacante alcançou o número do francês ao fim do torneio
NOVA YORK, 20 de julho — Kylian Mbappé conquistou a Chuteira de Ouro da Copa de 2026, desfecho que o mercado precificava em 93 por cento. A França caiu cedo; a contagem de gols dele, não.
A vantagem nunca esteve em dúvida. Mbappé enterrou chances que os rivais mal viram, e o mercado já o dava isolado muito antes do apito final.
Messi, Bellingham e Kane nunca ameaçaram sua liderança nas cotações. Uma seleção foi embora cedo. Seu maior craque sai como o artilheiro mais letal do torneio.
o adolescente espanhol leva a maior honraria sub-21 do futebol, cotada pelos apostadores em 84 por cento
MADRI, 19 de julho — Lamine Yamal venceu o prêmio de Melhor Jogador Jovem da Copa do Mundo, resultado que os apostadores precificavam em 84 por cento. O adolescente superou um pelotão cheio para conquistar a maior honraria sub-21 do futebol.
Yamal desmontou defesas o torneio inteiro, transformando as pontas em seu palco particular. Há semanas os mercados o tinham como favorito claro. A cotação quase não oscilou.
Numa idade em que a maioria ainda briga por minutos, ele levou um prêmio mundial. A Espanha montou o ataque em torno dele. Os observadores já não discutem se ele é o futuro, mas em quanto tempo ele chega.
Aos 39, o argentino é eleito o melhor jogador da Copa, dê no que der o placar da final
NOVA YORK, 20 de julho — Lionel Messi foi coroado o melhor jogador da Copa de 2026, um desfecho que os apostadores precificaram em 91 por cento. A Bola de Ouro é dele, com taça ou sem taça.
O mercado nunca hesitou. Messi começou o torneio perto do empate técnico e terminou favorito disparado, deixando Mbappé em dois por cento e Yamal logo acima.
É a última dança, e as apostas sabem disso. O prêmio de melhor do torneio pertence a um homem de 39 anos que passou o verão provando que classe dura mais que juventude.
Os Bleus superam os Três Leões numa disputa de consolação que ninguém queria jogar, mas que a França se recusou a perder
PARIS, 18 de julho — A França venceu a Inglaterra hoje e ficou em terceiro lugar na Copa do Mundo, um desfecho que os apostadores precificavam em 66 por cento. Os Três Leões saem em quarto, sem muito a comemorar.
A disputa pelo bronze é o palco mais cruel do futebol: dois times ainda ardendo pela semifinal, obrigados a se importar mais uma vez. A França se importou mais. Os Bleus pressionaram cedo, abriram o placar e não devolveram a vantagem.
A Inglaterra correu atrás do jogo e ficou sem respostas. Observadores notaram o padrão de sempre — construção brilhante, final vazio. Para a França, uma medalha salva uma campanha machucada. Para a Inglaterra, mais um quase para arquivar.
com o número 1 do mundo superando um campo aberto para levar o Aberto Britânico de 2026
CARNOUSTIE, 19 de julho — Scottie Scheffler é o campeão do ano, um desfecho que os apostadores precificaram em apenas 14 por cento. Num torneio sem favorito claro, o número 1 do mundo teve a mão mais firme no campo.
O campo estava escancarado. Bryson DeChambeau reunia a segunda maior aposta, com 8 por cento, Tommy Fleetwood 7, e as histórias em torno de Rory McIlroy murcharam para 3.
A vantagem de Scheffler era de margem, não de certeza — seis pontos à frente do pelotão. Ele a converteu. As agências chamam de marca silenciosa de um número 1 que vence quando ninguém concorda que deveria.
o pequeno maestro lidera a artilharia do torneio no que parece ser sua última Copa
NOVA YORK, 20 de julho de 2026 — Lionel Messi conquistou a Chuteira de Ouro da Copa do Mundo de 2026. As casas de apostas davam 58 por cento de chance a ele no fechamento. O argentino, 39 anos e cabelos grisalhos, deixou para trás uma leva de artilheiros mais novos para levar o maior prêmio individual do torneio. Nunca houve muita dúvida.
Messi já tinha a taça. Ergueu-a no Catar há quatro anos. Agora, pela América do Norte, soma a artilharia. O francês Kylian Mbappé, cotado a 40 por cento, ficou em segundo. Messi fez gol atrás de gol, com a calma de sempre.
Esta é, provavelmente, sua última Copa. Ele sai no topo, sem despedida melancólica. Estádios se esvaziaram cantando seu nome. A Argentina agora encara a vida sem ele. O futebol também.